Diga adeus aos teclados, ecrãs e idas às lojas físicas.

12 Julho, 2019
12 Julho, 2019 Jean Silva

AR (Realidade Aumentada), VR (Realidade Virtual) e a XR (Realidade Estendida) são abreviaturas das novas tecnologias que farão brevemente parte das nossas vidas.

A realidade aumentada que já se viu nos famosos Pokémon GO “sobrepõe-se ao mundo físico e aumenta-o, dá-nos mais informação e torna-nos numa espécie de super-humanos”, por isso, Luís Martins da startup portuguesa NextReality, acredita que supera a realidade virtual.

 

Apple, Ikea, a L’Oréal e a EDP já apostaram nas tecnologias de realidade aumentada

 

Apple

Há informações de que a Apple está a preparar um equipamento de realidade aumentada e que esse pode ser o gatilho pelo qual o mercado tem esperado para se afirmar – a tecnológica norte-americana já está, de facto, a criar um ecossistema de AR muito forte tendo por base os seus dispositivos móveis.

 

IKEA

A IKEA está a preparar uma nova aplicação de realidade aumentada que permitirá comprar a partir da própria app.

A app permite aos clientes visualizar os produtos nas suas próprias casas para, depois, encomendá-los através da aplicação.

 

 L’Oréal

A L’Oréal e a sua recém-adquirida entidade de realidade aumentada e inteligência artificial, a ModiFace, anunciaram uma colaboração de longo prazo com o Facebook.

O objetivo das duas marcas é criar novas experiências de realidade aumentada fornecidas pela câmara do Facebook.

Através de uma conexão direta e sem problemas entre as duas plataformas, o ModiFace e o Facebook proporcionarão às pessoas de todo o mundo, pela primeira vez, experiências de maquilhagem ampliadas de marcas líderes mundiais de beleza, como a Maybelline e a L’Oréal Paris entre outras.

Lubomira Rochet, diretora digital da L’Oréal diz mesmo acreditar que a realidade aumentada está a tornar-se fundamental para a descoberta e compra de produtos e marcas.

“Estamos naquele momento mágico em que as tecnologias amadureceram o suficiente e o apetite do consumidor em usá-las está a crescer em todo o lado”, disse a responsável, que acrescenta: “Depois de termos adaptado as nossas criatividades e os nossos conteúdos para um mundo mobile-first, será muito interessante ver como a realidade aumentada vai mudar o playbook criativo da nossa indústria”.

 

EDP

A EDP está a usar tecnologia portuguesa e os óculos de realidade aumentada da Microsoft Hololens para reparar material nas barragens à distância.

A EDP juntou-se à startup portuguesa NextReality de soluções para óculos de realidade aumentada, como os Hololens da Microsoft, num projeto piloto que já está em marcha desde o final do verão.

A EDP investiu em 12 destes óculos e está a testar o programa da NextReality nas suas barragens. Os técnicos de manutenção especializados, mesmo longe da barragem onde, por exemplo, um equipamento avariou, colocam os Hololens e indicam passo a passo a uma pessoa no local como fazer a reparação.

O sistema é mais eficaz, porque o técnico vê o mesmo que a pessoa no local e pode fazer desenhos na própria realidade para explicar com pormenor e com menor margem de erros como reparar. “Já conseguimos ter um impacto sério em operações que ficam mais eficientes”, explicou à Insider Luís Martins, da NextReality.

 

As alterações no nosso ambiente de trabalho

Yves Bernaert, líder europeu da Accenture Technology, diz que o impacto da tecnologia na forma como as empresas trabalham vai ser tão grande, que até os ecrãs de computador estão condenados a desaparecer.

Imagine entrar num escritório, quem sabe aquele no qual até trabalha, e vê as mesas todas vazias. Nada de ecrãs, nada de computadores, nada de teclados. Como é que estas pessoas trabalham? A resposta está na chamada realidade estendida, extended reality no termo em inglês (XR).

Uma área onde a realidade estendida promete ter um grande impacto é nas linhas de produção, nas quais os trabalhadores vão ter equipamentos de realidade aumentada a dar indicações e informações em tempo real do processo de trabalho que está a ser feito.

“Acredito também que vai ter um grande impacto na indústria do retalho, seja para comprar em casa ou na loja. Podes estar no sofá com uns óculos aumentados, a veres-te no ecrã e como ficas com as roupas. Torna mais fácil o processo de compra”.

Segundo opinião de Yves Bernaert “O nível de maturidade tecnológica em Portugal é bastante alto, ao contrário de outros países. A capacidade de adaptar novas tecnologias é talvez mais fácil em Portugal do que noutros países”.

 

Estamos num mundo cada vez mais conectado, o Marketing é cada vez mais digital e as empresas têm de estar preparadas para a constante mudança.

 

 

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fontes: grandeconsumo.com; insider.dn.pt

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